A “paixão” de Jesus por nós!
A Semana Santa é o ponto mais alto do Ano Litúrgico. Ela visa
recordar a Paixão e a Ressurreição de Cristo, desde a sua entrada em
Jerusalém.
Começa a ser preparada na Quaresma. Durante os 40 dias de escuta da
Palavra de Deus, confronto da vida, arrependimento dos pecados,
penitência e conversão, a Igreja convida-nos a entrar no caminho de
Jesus, como seus discípulos e discípulas.
A espiritualidade da Semana Santa perpassa o Domingo de Ramos e da
Paixão, o Sacramento da Reconciliação, a Quinta-feira Santa, a
Sexta-feira da Paixão, Sábado de Aleluia, a Vigília Pascal e o Domingo
da Ressurreição e leva-nos a ouvir a voz de Jesus que ressoa nos
Evangelhos,dirigida a seus discípulos e discípulas de todos os tempos:
“Chamo-vos amigos porque vos comuniquei tudo o que recebi do Pai”(Jô
15,15)
Domingo de Ramos da Paixão do Senhor
Com este domingo, inicia-se a “grande semana”. Nesse dia, a Igreja
faz memória da entrada de Cristo Senhor em Jerusalém para aí realizar o
seu mistério pascal.
Quinta-feira Santa
Missa Vespertina “Ceia do Senhor”
Missa Vespertina “Ceia do Senhor”
Na Quinta-feira Santa, celebramos o mistério da Instituição da
Eucaristia. Ao consagrar o pão e o vinho, Cristo diz: “todas as vezes
que fizerem isso, façam em memória de mim”.Isto significa que,
doravante, celebrar a ceia do Senhor é fazer memória, isto é, tornar
presente a sua doação, a sua entrega em favor da humanidade.
O que Jesus celebra de modo ritual na última ceia acontece na
realidade sobre a cruz. Ou seja, realmente Jesus derrama seu sangue por
nós. Morre por nós. Celebramos também nesse dia a Instituição do
Sacerdócio Ministerial. Nesta Ceia Jesus abaixa-se diante de cada
apóstolo para lavar-lhes os pés. Esse gesto nos toca profundamente: Deus
abaixa-se para erguer o ser humano. Esta lição de humildade deve
provocar em nós um sentimento de gratidão a Deus e motivar-nos a
valorizar nossos semelhantes.
Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor
A Sexta-feira Santa é para o povo cristão dia de penitência e até de
tristeza.
Entretanto, a Sexta-feira Santa não é considerada pela liturgia como dia de luto e de pranto, mas dia de amorosa contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte de nossa salvação. Hoje, a Igreja não faz um funeral, mas celebra a morte vitoriosa do Senhor. Por isso, fala de “bem-aventurada” e “gloriosa” paixão.
Entretanto, a Sexta-feira Santa não é considerada pela liturgia como dia de luto e de pranto, mas dia de amorosa contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte de nossa salvação. Hoje, a Igreja não faz um funeral, mas celebra a morte vitoriosa do Senhor. Por isso, fala de “bem-aventurada” e “gloriosa” paixão.
Nesta sexta-feira santa, celebramos a morte de Jesus como passagem
necessária para a ressurreição; é uma lembrança cheia de esperança e da
certeza da vitória. É um dia centrado na cruz, não com ar de tristeza,
mas de comemoração, uma vez que Cristo Jesus, como Sumo Sacerdote, em
nome de toda a humanidade se entregou voluntariamente à morte para
salvar a todos nós.
Vigília Pascal
(na noite santa)
(na noite santa)
Esta Vigília é a mãe de todas as vigílias da Igreja, afirma Santo
Agostinho. Nenhuma comunidade cristã deveria deixar de se reunir e
celebrar nesta noite o louvor ao Pai pela ressurreição de Jesus Cristo,
nossa Páscoa!
Vigília Pascal é o rito mais longo do Ano Litúrgico e também o mais
importante, por proclamar solenemente a ressurreição de Cristo,
fundamento da fé. É oficiado após o escurecer do sábado santo, porque
conforme a sagrada tradição judaica, ao anoitecer celebra-se o começo do
dia seguinte. Portanto, na Vigília, já é proclamada a ressurreição do
Senhor, e, com ele, toda a Igreja passa da morte para a vida.
Ele ressuscitou – esse é o grande anúncio nesta noite santa. Fazendo
memória das ações maravilhosas de Deus na história da humanidade,
renovam-se as promessas do batismo.
Domingo da Páscoa
Ou Páscoa da Ressurreição
Ou Páscoa da Ressurreição
A ressurreição de Jesus é o ponto culminante da Semana Santa e do Ano
Litúrgico. Cristo ressuscitou e está vivo em nossa comunidade, aleluia!
A Missa da manhã de Páscoa se caracteriza pela serena alegria e pela
simplicidade da paz.
A ressurreição de Jesus é o selo de garantia de que o povo está
salvo. Os cristãos e as comunidades precisam testemunhar a fraternidade e
a prática de Cristo. Sempre que houver ação transformadora movida pelo
amor, há ressurreição. E o Tempo Pascal nos ajuda nesse caminho de
seguimento de Jesus.
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